A polêmica Raquel Pacheco, que usou o codinome Bruna Surfistinha quando trabalhava como prostituta por muito tempo afirmou já ter tido relações sexuais com clientes menos abastados financeiramente, que não tiveram outra opção a não ser recorrer a alternativas para o pagamento.
O açougueiro
Bruna Surfistinha conta que "uma vez um cara que trabalhava em um açougue perto de prédio onde eu tinha um apartamento que usava para trabalho estava sem dinheiro e quis fazer fiado. Eu me recusei, claro, e então ele me ofereceu 1 quilo de chico-duro diariamente por uma semana. Aceitei e garanti a mistura."
O vendedor de cachorro quente
"A história com o cara do carrinho de hot dog foi bem hilária. Ele disse que queria me pagar com salsicha, mas eu disse que já ganhava salsichas todo dia. Ele então me garantiu lanche completo nos fins de tarde, com direito a milho, batata palha e catchup e mostarda a vontade.", contou a moça.
O moço do saco
Entre os inumeráveis clientes 'esquisitos' da garota de programa, Bruna Surfistinha destaca: "um senhor já de meia idade não muito bem apresentável aparecia de vez em quando em meio a seu turno de serviço.
O problema dele era o cheiro forte que exalava a longa distância, e o pior de tudo é que ele me dava um saco enorme pra chupar toda vez, sem falta.
Hoje em dia nem quero mais ouvir falar de mexerica ponkan."
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011 |



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